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Zulficar Ali corre risco de perder liberdade provisória

Foto: O País

Zulficar Ali Ahmad, de 49 anos, arguido no processo das dívidas ocultas, sob acusação de ter recebido 100 mil dólares da Privinvest, faz parte dos nove implicados que respondem ao processo em liberdade, mas nunca compareceu ao Tribunal, tendo já mandado de captura.

É que, quando responde em liberdade, o arguido deve apresentar-se uma vez por semana ao Tribunal, na hora marcada para o efeito.

Face ao exposto, o Juiz Efigénio Baptista ameaçou suspender a liberdade provisória do arguido Zulficar Ali Ahmad.

“Já devia ter revogado a sua liberdade provisória e ordenado a sua prisão, mas não vou fazer isso”, diz o Juiz do caso do maior escândalo financeiro já visto no país.

Não vai suspender a liberdade provisória agora, mas disse que não vai perdoar de novo, caso volte a cometer o mesmo erro. “A partir de agora, se falhar uma só apresentação, eu vou revogar a sua liberdade provisória e ordenar a sua detenção”, esclareceu Baptista.

ADVOGADOS PEDEM UM DIA DE DESCANSO

Abdul Gani foi quem falou em nome dos 21 Advogados de defesa. O defensor de Gregório Leão justificou que “era necessário ter tempo para consultar o que é necessário e refrescar a mente. Temos outros constituintes e responsabilidades, sendo que não podemos dizer-lhes que, durante dois meses, estamos fora”, disse Advogado.

O dia sugerido foi quarta-feira e o Meritíssimo Efigénio José Baptista anuiu. Assim, em vez de cinco, passam a ser quatro dias de trabalho por semana.

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