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Votar Moçambique: CNE não pode ser protagonista no processo eleitoral

O programa Votar Moçambique teme que a intolerância do Conselho Constitucional na tomada de decisões sobre os casos de afastamento das candidaturas da RENAMO e AJUDEM na corrida eleitoral, se arraste para uma situação de conflitos no país.

“É necessário que o Conselho Constitucional que tem que decidir com base na lei, pondera os interesses, tanto da justiça como da legalidade, para que o processo decorra de forma pacífica”, afirmou Baltazar Fael, representante do Votar Moçambique.

Baltazar Fael disse também que a CNE não deve ser protagonista deste processo, mas sim os partidos políticos e cidadão eleitores.

“A CNE tem que deixar que os partidos políticos e cidadãos eleitores assumam este tipo de acção”, afirmou Fael.

Fael acrescentou que trata-se de órgãos políticos e que as decisões que foram tomadas são com base nos interesses dos partidos políticos, que estão dentro desses órgãos.

“O que nós esperamos é que o Conselho Constitucional como a mais alta instância de resolução desses conflitos de natureza eleitoral, possa de alguma forma se distanciar dessas posições com este tipo de carga”, afirmou.

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