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UE vê Egipto como ponto de partida para discutir questões da migração

A União Europeia (UE) quer cooperar com o continente africano no combate às migrações para o seu continente.

 O entanto, a UE continua dividida quanto à política de asilo e migração, facto evidenciado pela falta de progresso no tema da repartição de refugiados e migrantes durante a reunião informal de líderes na Áustria. O plano para o reforço das fronteiras também não é consensual, mas há convergência sobre o diálogo com África.

A título de exemplo, o chanceler da Áustria, Estado-membro que preside à União Europeia no segundo semestre do ano, defendeu a necessidade de os países do norte da África serem parceiros importantes para travar a ida de barcos para Europa e para reenviar migrantes para os países de trânsito e de origem.

Desta forma, União Europeia vê no Egipto um dos países ideais para iniciar este tipo de cooperação entre os dois continentes.

Para dar um início a esta cooperação entre os dois continentes, o chanceler da Áustria já manteve um encontro com o presidente egípcio e assegurou que o mesmo foi produtivo pelo que vai estender o mesmo diálogo a outros países africanos.

Ainda neste domingo, Donald Tusk vai reunir-se com o presidente egípcio, em Nova Iorque, antes da Assembleia-Geral da ONU, e deverá ter encontros com outros líderes africanos nas próximas semanas.

Em Julho, os líderes da União Europeia chegaram a um acordo sobre a possibilidade de criação de centros de desembarque em países terceiros, nomeadamente no norte de África, mas nenhum país dessa região se mostrou disponível para acolher esse tipo de infra-estrutura.

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