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UE repudia ataque ao governo de unidade nacional no Iémen

A União Europeia (UE) condenou o ataque com mísseis contra o governo de unidade nacional no Iémen que matou 25 pessoas e feriu 110, na quarta-feira.

O executivo do Iémen, cujos membros escaparam ilesos do ataque com recurso a quatro mísseis balísticos, atribuiu a autoria dos ataques aos rebeldes Huthi, com os quais estão em guerra desde o final de 2014.

Para a UE, “o conflito no Iémen só pode ter uma solução política” e que está “fortemente comprometida com a soberania, independência, estabilidade e integridade territorial” do país, além de que continuará a “apoiar todos os esforços para uma solução pacífica”, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

“É um acto de violência inaceitável num momento chave para a implementação dos acordos de Riade para uma solução política completa”, afirmou, em comunicado, um porta-voz do alto representante comunitário para a Política Externa, Josep Borrell.

Entretanto, Josep Borrell diz que o ataque “não deve desanimar” as partes em conflito a trabalhar com o enviado especial das Nações Unidas, Martin Griffiths, para alcançar um acordo de cessar-fogo em todo o país e retomar as negociações políticas.

A guerra no Iémen mergulhou o país, o mais pobre da Península Arábica, na pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU, com quase toda a população à beira da fome e ameaçada por epidemias.

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