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Três cidadãos implicados na caça furtiva em Inhambane

Três pessoas estão a contas com a Justiça na província de Inhambane, acusadas de caça furtiva no Parque Nacional de Zinave.

António Abacar, administrador do Parque Nacional de Zinave, lamentou a morosidade na tramitação de processos relacionados com os presumíveis caçadores furtivos, o que segundo ele pode comprometer o combate a este fenómeno.

O procurador chefe em Inhambane, Nazimo Mussa, disse que as autoridades trabalham para a responsabilização dos caçadores furtivos.

O interlocutor reconheceu haver referida morosidade processual, mas explicou que o problema tem dias contados, uma vez que a procuradoria trabalha com o parque do Zinave.

Em muitos casos, a morosidade tem que ver com a má instrução dos processos ou deficiente recolha de provas e, por isso, o Ministério Público está a trabalhar com os fiscais para muni-los de técnicas na fase inicial do processo.

Em 2019, cinco pessoas foram condenadas por caça ilegal no Parque Nacional de Zinave.

A caça furtiva ainda tira sono às autoridades e ameaça a pretensão de transformar Zinave num grande atractivo turístico em Inhambane. De 2017 até este momento, foram apreendidos naquele parque 31.044 cabos de aço usados para neutralizar animais, 1.060 arcos para caça, 287 armas de fogo de fabrico caseiro e capturados 179 caçadores furtivos.

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