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Treinador dos Mambas faz soar alarme sobre “pedras” perturbadoras do seu trabalho

O seleccionador nacional de futebol, Horácio Gonçalves, está chateado devido a certas coisas que acontecem na Federação Moçambicana de Futebol (FMF). O técnico fala de pedras que inviabilizam o seu trabalho e que devem ser removidas urgentemente.

Gonçalves, Horácio, que substituiu o outro Gonçalves, Luís, há bem pouco tempo, chegou há um mês e meio à selecção nacional de futebol para comandar os Mambas nos próximos dois anos e meio. O antigo Gonçalves dos Mambas, aquando da sua saída, queixou-se, também, de interferência da FMF para o desenvolvimento das suas actividades, como por exemplo coordenar a selecção sub-23.

Foi-se o antigo homem forte dos Mambas, mas os problemas parecem ter uma raiz que até já está a sucumbir o novo Gonçalves da selecção nacional de futebol. Em tão pouco tempo, Horácio Gonçalves fala de pedras que pesam o seu sapato, sem assim conseguir andar devidamente para dar seguimento ao seu trabalho.

“Há coisas que a Federação tem de acompanhar. Há situações que devem ser resolvidas urgentemente, há pedras que estão a mais e podem ser perturbadoras do nosso do trabalho. Aliás, já estão a ser, por isso devem ser tiradas do caminho rapidamente. Mas acredito que, com a chegada do presidente, isto vai ser resolvido, porque assim não podemos continuar”, aponta, com toda frontalidade, Horácio Gonçalves.

Depois da vitória esmagadora dos Mambas diante do Lesotho, anteontem, no Estádio nacional de Zimpeto e numa mensagem para dentro do que propriamente para fora Horácio Gonçalves adverte as “pessoas” (sem identificá-las) para acordarem, pois o seu sono profundo, pelos vistos já enraizado, apaga as luzes que ele tenta acender, aliás, o homem, e não schoolboy como ele diz não sê-lo, diz que o seu fim último é trazer a vitoria ao país através dos Mambas.

“As pessoas devem ter atenção. Eu não sou schoolboy. As pessoas sabem que vim aqui para ganhar. As pessoas têm de acordar. Às vezes não acordam, porque não têm vontade e, quando assim acontece, me chateiam. Não sou schoolboy, em nenhum momento vou baixar a cabeça”, adverte o técnico dos Mambas.

 

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