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Transportadores ignoram medidas contra Coronavírus no terminal rodoviário da Junta em Maputo

Não há meios de prevenção da COVID-19 no Terminal Rodoviário Interprovincial da Junta, na cidade de Maputo, de onde partem grandes e pequenos veículos automóveis de transporte colectivo de passageiros, para diferentes pontos do país.

A vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, viu a situação in loco, ficou agastada e prometeu uma solução ao problema.

Passavam pouco menos de 15 minutos das 06h00 desta segunda-feira, quando a vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, chegou ao Terminal Rodoviário Interprovincial da Junta, para uma visita de trabalho.

No local, a governante foi confrontada com vários problemas, entre eles a superlotação de autocarros, a ausência de termómetros para a medição da temperatura aos utentes e o não uso de máscaras de protecção da boca e do nariz.

Simeão Filipe, já estava no interior de um minibus cujo destino era o distrito de Inharrime, província de Inhambane. Ele e tantos outros passageiros não passaram por nenhum processo de medição da temperatura do corpo ou rasteiro da COVID-19.

A vice-ministra dos Transportes e Comunicações considerou “inadmissível” o que viu e ouviu no terminal da Junta, sobretudo que “falte um termómetro de medição de temperatura” do corpo.

Aliás, Manuela Rebelo lembrou que há “recomendação clara” para que se respeite as medidas de prevenção do novo Coronavírus. “É inconcebível” que haja quem faça ouvidos de mercador em relação a essas normas.

Um transportador sem licença para o exercício da actividade foi impedido de continuar a viagem, por ordens da vice-ministra dos Transportes e Comunicações.

Outro problema constatado no terreno tem a ver com a especulação de preços no Terminal Rodoviário Interprovincial da Junta.

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