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Tragédia Hulene:Vítimas preocupadas com silêncio dos responsáveis pelo reassentamento

As vítimas da tragédia de Hulene estão preocupadas com o silêncio das entidades responsáveis pelo processo de reassentamento. Por isso, reuniram-se hoje com a organização Livaningo para discutir caminhos para agilizar o processo.

As vítimas estão preocupados com a falta de informação de quem trata das suas próximas moradias, uma vez que vivem em casas provisórias.

E a inquietação toma proporções mais graves porque em alguns casos não existe um relacionamento saudável com os donos das casas arrendadas.

“Viver em casa de aluguer custa muito, você não faz as suas vontades e nunca agradas o dono da casa”, disse Otilia Tivane, reassentada.

Mas a construção das casas definitivas está para breve, garante o secretário do bairro, Armindo Thai.

“O processo está em andamento, não é uma coisa fácil, o Conselho Municipal já lançou o concurso para selecionar a empresa que irá ganhar o concurso para fazer o trabalho. O processo não foi esquecido, serão construídas 406 casas para as 69 famílias abrangidas”, esclareceu Thai

Apesar de já ter sido lançado o concurso para a escolha da empresa que vai construir as casas para as vítimas da lixeira de Hulene, os moradores convocaram este sábado uma reunião com a Associação Livaningo para em conjunto analisarem o caso.

Estes moradores tiveram um dinheiro para arrendamento de casas durante um ano, em resultado da demolição das suas casas nas proximidades da lixeira de hulene, que tirou a vida a mais de 17 pessoas.

 

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