No Verso da Cicatriz de Bento Baloi, uma narração impiedosa ou uma realidade fustigante?

Por: Francisco Noa   Começando pelo próprio título, passando pelo viés realista da narração dos acontecimentos, da descrição dos lugares, do tempo e dos objectos, mas sobretudo das personagens, quase todas elas erráticas e com uma aura trágica a envolvê-las, este é um romance que desafia não só as crenças e o horizonte de expectativas […]

A urgência de sarar as feridas da história: No verso da cicatriz, por Bento Baloi.

Por: Noemi Alfieri  Investigadora/ Universidade Nova de Lisboa   No verso da cicatriz é o segundo romance do jornalista moçambicano Bento Baloi, editado em Portugal pela Ideia Fixa, do grupo Alêteia Editores, e em Moçambique pela Índico (ambos em 2021). O livro aborda os acontecimentos da história de Moçambique entre 1974 e 1992, ou seja, […]

Novo romance de Bento Baloi chega às livrarias

O segundo romance de Bento Baloi é intitulado No verso da cicatriz e chega às livrarias moçambicanas e portuguesas esta quinta-feira. O livro que recupera um passado particular da história de Moçambique poderá ser lançado na Feira do Livro de Lisboa.   Os pássaros rasgam os ares de regresso aos seus ninhos. A brisa forte […]

Bento Baloi apresenta “Arca de não é” onde tudo começou

A obra de crónicas de Bento Baloi, A arca de não é, será apresentada quinta-feira, às 17 horas, na Cidade da Beira. O livro será apresentado por Martins Mapera.   Bento Baloi volta à cidade que o inspirou a escrever o seu mais recente livro. No Chiveve, o escritor vai apresentar Arca de não é, […]

‘Arca de não é’ navega pelas redes sociais quinta-feira

Bento Baloi lança livro de crónicas às 18h30 de quinta-feira. O evento será transmitido via online nas redes sociais do Centro Cultural Brasil-Moçambique, da Feira do Livro de Maputo, do Flipoços (Festival Literário Internacional de Poços de Caldas) e da Revista Literatas.   Quando o Ciclone Idai partiu, deixou o Centro do país devastado. Em […]

A água em Selma Uamusse, Bento Baloi e João Paulo Borges Coelho

Debaixo d’água tudo era mais bonito Mais azul, mais colorido Só faltava respirar Mas tinha que respirar Debaixo d’água se formando como um feto Sereno, confortável, amado, completo Sem chão, sem teto, sem contacto com o ar Mas tinha que respirar Todo dia (…)