Aurélio Furdela distinguido pelo Ministério da Cultura e Turismo

Aurélio Furdela recebeu, sexta-feira, do Ministério da Cultura e Turismo, um diploma em reconhecimento do seu trabalho nos últimos anos na área literária no país. Na sessão simbólica, o escritor recebeu o diploma de reconhecimento das mãos da Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, que, na ocasião, afirmou que a visão do Governo é […]

Da intolerância ao tolhimento do debate

A abertura do País para o multipartidarismo propiciou, sem alguma margem para dúvidas, um ambiente favorável à existência humana, nas suas múltiplas dimensões. E, sendo o homem um ser dotado dessa capacidade de pensar e expressar-se, em muito sairíamos a ganhar com as garantias constitucionais de liberdade de expressão e direito à informação. Todavia, o […]

A Legítima Dor de Aurélio Furdela

Sobre o Manifesto de Consciência Literária ou Repúdio à Mediocridade Hostil Aurélio Furdela publicou no jornal O País, na página de opinião, a 19 de Novembro, às 21:11 o texto “Manifesto de Consciência Literária ou Repúdio à Mediocridade Hostil”. Escrevemos sobre este texto, com esperança de contribuir para o debate proposto pelo escritor. Emprestamos a […]

Da luta contra o terrorismo à liberdade de imprensa

Para os de fé religiosa, o entendimento indica que Deus teria criado o mundo em sete dias. Moçambique, como parcela distinta desse mesmo mundo, também não se construiu num único dia, tem um passado, de processos sociais, políticos e administrativos. No actual contexto de luta contra o terrorismo que Moçambique atravessa, no concernente a actividade […]

Manifesto de consciência literária ou de repúdio à mediocridade hostil

Historicamente, uma vasta bibliografia indica que, com o advento da independência nacional, ocorreu um êxodo populacional das minorias do Moçambique colonial, com o maior caudal para Portugal e África do Sul, deixando o País com cerca de 90% da população por alfabetizar. Por erosão, um considerável universo do pessoal especializado seguiria no mesmo sentido, facto […]

E AGORA…

  Abrem-se-me fendas na retina Lâminas em jihad sangrando a dor Cravada no ventre até ao cabo – É o meu destino no vasto Moçambique?   Rasgo sulcos no mar da esperança Ondas sem norte meus rebentos engolem Se quero alguma ajuda em suplício? – Apenas paz que se apaga no luzir dos rubis   […]