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Tabus e mitos retraem seguro funerário

O seguro funerário e outros serviços associados ainda são pouco explorados pelas seguradoras no País, que apontam os mitos e tabus associados à morte bem como a falta da cultura de seguro no seio da população moçambicana como os principais entraves.

Esta foi a síntese da primeira conferência nacional sobre o seguro funerário e negócios afins, organizada pela MóvelCare, com o apoio da Incubadora de Negócios Standard Bank, FDSMoç e Sanlam Seguros, que teve lugar na cidade de Maputo.

Este evento contou com a participação de várias instituições que têm um papel crucial a desempenhar no sector de seguros funerários e administração funerária em geral.

Conforme explicou Tauanda Chare, fundador da MóvelCare, uma startup que usa telemóveis, inclusive os que não têm acesso à internet, para garantir o acesso ao seguro de funeral, a conferência tinha como objectivo discutir sobre o seguro funerário no País, bem como instigar às seguradoras e às funerárias a conceberem e oferecerem produtos nesta área.

De acordo com Tauanda Chare, é necessário fazer mais do que as seguradoras fazem actualmente, que é atribuir o valor do prémio do seguro (de vida ou de funeral) ao tomador do seguro ou aos beneficiários em caso de infortúnio.

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