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Sumos contaminados: INAE já apreendeu cerca de 700 caixas 

Foto: O País

Subiu para 700 o número de caixas de sumo da marca Ceres, de 200 mililitros, retiradas do mercado nacional por alegadamente estarem contaminadas. No entanto, a Inspecção Nacional das Actividades Económicas diz ainda não haver evidência científica de que o sumo seja nocivo.

Depois do anúncio alarmante da existência, em Moçambique, de um lote de sumo contaminado da marca “Ceres”, com sabor a maça vermelha, de 200 Mililitros, que culminou com a retirada de mais de 600 caixas do sumo em questão, a Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) anunciou, hoje, que o aumento das apreensões resulta de um trabalho operativo levado a cabo pela instituição, a nível nacional.

Tomás Timba tranquilizou, informando que até ao momento não houve nenhum relato de desenvolvimento de qualquer doença em consequência do consumo deste sumo.

“Não há nenhum risco comprovado, no entanto estão a decorrer análises profundas, dentro e fora do país para aferir a qualidade e saber em que medida estes produtos são nocivos à saúde pública”, disse.

Tomás Timba afirma que há brigadas fiscalizadoras atentas a estes produtos em todas as províncias, uma vez que a distribuidora possui distribuidoras representadas na província de Maputo, Sofala e Nampula.

Falando no habitual balanço de actividades desenvolvidas de 1 a 15 de Novembro corrente, a INAE anunciou ainda que, a partir do dia 20 de Novembro, todo o estabelecimento que infringir as normas incorrerá a sanções.

“A partir da semana que vem, passaremos do período de graça para o período de tomada de medidas sancionatórias, que poderão culminar em suspensão das actividades no período de 1 a 3 meses, sem descurar a possibilidade de incorrer as respectivas multas”.

Durante 15 dias a INAE constatou que persistem as violações às medidas de prevenção contra a COVID-19, tendo destacado a existência de festas particulares com lotações fora do determinado, realização de espectáculos, venda fora do horário indicado, entre outras irregularidades.

Face a isso, a Inspecção Nacional das Actividades Económicas suspendeu 13 festas privadas e seis espetáculos, por diversas infracções.

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