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“Sucesso das eleições nas mãos dos próprios moçambicanos”, observadores internacionais

Missões de observadores internacionais consideram que Moçambique tem a oportunidade de mostrar ao mundo a consolidação da sua democracia através da realização de eleições livres, justas e transparente.

Amanhã a população eleitoral vai às urnas para eleger o futuro Presidente da República e deputados da Assembleia da República para a próxima legislatura. Estas são as sextas eleições gerais e as primeiras das assembleias provinciais na história da democracia do país. Neste âmbito, as missões de observadores da União Europeia, União Africana, SADC e do Instituto Eleitoral para a Democracia em África, foram ontem, recebidos pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi.

Liderada pelo seu chefe, antigo Presidente do Ghana, John Dramani Mahama, o EISA e União Africana foram as primeiras missões a serem ouvidas pelo Chefe de Estado. No fim do encontro, John Mahama, disse que com o Presidente da República, as partes discutiram assuntos ligados à paz, segurança entre outros da esfera política relativas às eleições de amanhã. Mahama disse ainda a jornalistas que as missões estão preparadas para o escrutínio de amanhã e que o seu sucesso está mesmo nas mãos dos próprios moçambicanos.

“Viemos cá para observer estas eleições como tradição Africana. No encontro com o Presidente da República, Filipe Nyusi, abordamos vários Assuntos com particular destaque para aspectos técnicos e de segurança. A nossa presença serve apenas como garantia dos moçambicanos, amanha Mocambique vai mostrar ao mundo como esta preparado para estas eleicões e como está a crescer a democracia neste país.

O sucesso destas eleicões depende dos próprios moçambicanos”- disse John Dramani Mahama.

De seguida foram recebidas as missões de observadores da União Europeia e da SADC. Estas esperam que a corrida a Presidência da República, Assembleia da República e às Assembleias Provinciais, ocorra num ambiente calmo e ordeiro sobretudo na região norte da província de Cabo Delgado, onde os insurgentes cimentaram terror desde o ano de 2017 com ataques e assassinatos a civis.

“Nós observadores da União Europeia estamos cá para observarmos todo o processo de eleição, temos cá mais de 130 observadores enviados espalhados por todo o país. Esperamos que as eleições decorram num ambiente calmo e ordeiro. Vários apoios foram dados ao país desde a época em que foi assolado pelos ciclones Idai e Khenneth, nas zonas Centro e Norte, respectivamente. Estamos satisfeitos e optimista na boa realização destas eleições”, disse Nacho Sánchez Amor, chefe da Missão de Observadores da União Europeia.

Já os observadores internacionais da SADC mostram-se satisfeitos com o ambiente de calma que se vive actualmente nas regiões de conflito em Cabo Delgado.

 

 

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