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Sociedade civil “de olhos postos” nos conflitos eleitorais

Já existe uma rede de prevenção, monitoria e resposta aos conflitos que poderão surgir antes, durante e depois das eleições gerais deste ano. As acções desta plataforma deverão incidir nos pontos tidos como os focos da violência eleitoral.

Passam 25 anos desde que Moçambique realiza eleições para sucessão de governos e há 25 anos que este processo é tido como sinónimo de violência, ainda que não generalizada. Nas eleições gerais de 2019 prevê-se que não seja diferente.

E perante esta incapacidade do Estado em resolver conflitos eleitorais, foi criada a rede de prevenção, monitoria e resposta que, em tempo real, poderá identificar focos de violência e dar possíveis soluções.

Apesar de os órgãos eleitorais serem apontados como os culpados dos conflitos pela forma como conduzem o processo, Abdul Carimo prefere partilhar a culpa com os partidos políticos e as mudanças na legislação eleitoral que, geralmente, acontecem nas vésperas da votação.

A rede de prevenção, monitoria, resposta e mitigação de conflitos eleitorais será implementada nas províncias de Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula e Cabo Delgado identificados como centros de violência eleitoral.

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