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Seguradoras pagaram mais 300 milhões MT em custos com sinistros

O negócio das seguradoras moçambicanas caiu no terceiro trimestre de 2018, ao atingir um volume de 2.9 biliões de meticais no período, contra perto de 3.1 biliões de meticais no trimestre anterior.

O volume do negócio das seguradoras activas em Moçambique, registou entre Julho e Setembro do ano passado, a maior queda do ano, declínio que deveu-se a conjuntura macroeconómica desfavorável, cuja recuperação dos principais indicadores foi tímida em 2018.
 
Segundo apurou a nossa reportagem junto do instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique, o negócio das seguradoras atingiu 2.9 biliões de meticais no terceiro trimestre do ano em referência, contra perto de 3.1 biliões de meticais no trimestre anterior.
 
Já em termos acumulados, o negócio deste ramo de actividade situou-se nos 9.9 biliões de meticais nos primeiros nove meses de 2018, com o seguro do ramo não vida, com destaque para o de automóveis, a absorver maior valor (8.8 biliões de meticais).
 
Relativamente à quota do mercado, o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique refere que a estatal EMOSE fechou como líder do mercado, com 18,4%, seguida pelas seguradoras Hollard e SIM, que fecham o top 3, com 17,1% e 12,9%, respectivamente.
 
Entretanto, se por um lado, o volume global do negócio das seguradoras caiu no trimestre em análise, por outro, o custo com sinistros aumentou.

As contas do Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique apontam para custos na ordem de 1.1 bilião de meticais no terceiro trimestre do ano passado, mais de 300 milhões de meticais que no trimestre anterior.

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