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Governo diz haver “sabotagem” na gestão do dossier Moçambola

Pasmo, incrédulo e desgostoso foi como o Secretaria do Estado do Desporto (SED) recebeu a informação, através da imprensa, do adiamento do Moçambola de 5 de Dezembro para 9 de Janeiro de 2021, depois da permissão para a o início da prova pelo Presidente da República.

Carlos Gilberto Mendes, Secretário de Estado do Desporto, não teve meias palavas e resumiu como “sabotagem” o que os gestores do futebol estão a fazer com o Moçambola “uma marca que se pretende forte e um orgulho para os moçambicanos”.

O dirigente avançou que a decisão foi inconsequente, na medida em que não tomou em conta factores como os prejuízos que os clubes estão a acumular e os efeitos nefastos na retracção do empresariado (patrocinadores da prova e dos clubes) “sem contar os impactos que esta situação está a causar à selecção nacional”.

Como medida urgente, Mendes disse que será feita uma reunião “logo que o presidente da FMF, Feizal Sidat regressar do estrangeiro, mas fica claro que tudo será feito para que o Moçambola comece o mais rápido possível”.

O Secretário de Estado falava hoje após um encontro com representantes dos clubes que também se mostraram agastados com a desorganização na gestão da prova.

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