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Ruas e mercados infestados de lixo aumentam risco de propagação de cólera na Beira

Apesar de o número de cólera estar a subir as ruas e os mercados da cidade da Beira estão infestados de lixo e em muitos casos os vendedores não protegem os produtos pronto a consumir que são prontamente assaltados pelas moscas.

A vida na cidade da Beira tende a voltar à normalidade, entretanto, os perigos para a saúde pública continuam expostos. Em quase todas as esquinas prolifera o lixo doméstico. Os mercados que vendem um pouco de tudo estão infestados pelo lixo. Mesmo no sector onde confecciona-se alimentos a higiene é deficitária. Por exemplo, alguns alimentos são consumidos com moscas à mistura.

"Essas moscas são excesso do resultado de lixo. São estas moscas que por Acaso estão a provocar doenças. Está a se levantar número de mortes na cidade da Beira por causa da cólera. Água estagnada, lixo a mais é um desafio", disse uma das vendedeiras do mercado.

As vendedeiras culpam aos desastres naturais para venderem produtos prontos a comer no meio do lixo.

"Agora já não há higiene devido ao ciclone. Estamos a tentar da nossa maneira", afirmou outra vendedeira acusando o município de não tirar o lixo.

Os consumidores reconhecem que esta situação poderá agravar ainda mais o número de casos de cólera e diarreias, mas dizem não ter alternativas senão se submeter a esta imundície.

Em alguns casos os vendedores unem esforços para minimizar o lixo, mas sentem que seus esforços são em vão. Outro desafio apontado pelos vendedores é a conservação de produtos frescos que praticamente não existe actualmente na cidade da Beira.

Mas de um modo geral todos conhecem as medidas preventivas para evitar a propagação da cólera e das diarreias.

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