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Renamo denuncia assassinato de seu membro em Sofala e pede responsabilização

O homem, ora morto por desconhecidos armados em Chibabava, Sofala, era desmobilizado da Renamo. A informação é avançada pelo secretário-geral do partido, que tomou a ocasião para responder aos pronunciamentos segundo os quais esta formação política não tem liderança

A Renamo chamou a imprensa, hoje, para dizer que João Mutande, desmobilizado da Renamo, foi morto no passado dia 3 de Setembro por homens armados, na localidade de Panja, em Chibabava, Sofala. As motivações e a proveniência destes malfeitores são desconhecidas.

“Gostaríamos de apelar às autoridades policiais e administrativas do distrito de Chibabava e não só, a trabalhar de forma afincada de forma a responsabilizar criminalmente os malfeitores”, diz André Magibire, secretário-geral da Renamo, que também endereçou condolências à família enlutada.

Outro tema que levou à convocação da imprensa é o posicionamento de António Bauazi, membro da Renamo condenados na terça-feira por pretender se aliar à Junta Militar da Renamo. Falando após a leitura da sentença, Bauazi disse ser inocente e que as acusações que pesam sobre si surgem porque a Renamo não tem liderança.

“Quero dizer de viva voz que nós os membros da Renamo estamos a passar por esta situação porque o partido não tem presidente. O partido ficou órfão de líder. Eu me sinto desta maneira”, disse. Entretanto, estas palavras caíram mal para o secretário-geral do partido, que diz serem pronunciamentos infundados e que Bauazi “se calhar perdeu a memória”, porquanto a Renamo escolheu Ossufo Momade no sexto congresso do partido para ser o presidente desta formação política.

 

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