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Reabilitação da EN4 começa a ganhar forma e visibilidade

A EN4 está a ganhar uma nova imagem, com o processo de reabilitação e ampliação que vem sendo efectuado pela Trans-African Concessions (TRAC), desde o mês de Maio. Neste momento, estão em curso as obras de contenção, remoção de iluminação e construção da base para a faixa central da estrada.

Serão construídas seis faixas de rodagem, para permitir a fácil circulação de viaturas e reduzir o tráfego, sendo que, para tal, cinquenta famílias que estão dentro do traçado terão de abandonar as suas residências.

Fenias Mazive, da (TRAC), concessionária da EN4, mostrou-se confiante na conclusão do reassentamento por parte da Administração Nacional de Estradas (ANE) a tempo de o empreiteiro concluir a obra sem prejudicar o cronograma.

Finalizadas as seis faixas, arrancam os trabalhos complementares, que passam pela demarcação e sinalização, para posterior abertura de toda a estrada ao tráfego.

De acordo com a TRAC, as obras estão neste momento a um nível de execução de 5%, dentro do cronograma estabelecido, e deverão estar concluídas até Dezembro de 2018.

Durante os restantes 15 meses que os trabalhos vão durar, a circulação de viaturas continuará a ser feita em quatro faixas, duas para cada sentido, para não embaraçar o tráfego naquele troço.

As obras de reabilitação da EN4 estão orçadas em 2,4 biliões de meticais.

Além deste projecto, a TRAC prossegue com a construção do troço Ressano Garcia-Moamba, onde decorrem os acertos finais de reabilitação da estrada, alargamento das pistas da portagem, que passaram de quatro para as actuais oito, asfaltagem de toda a estrada com 45 mm de asfalto médio, sinalização horizontal e construção de barreiras laterais. Até ao momento, 13 quilómetros já foram concluídos, no quadro do projecto.

A execução da obra, orçada em oitocentos milhões de meticais, está actualmente nos 16%, e espera-se que seja entregue a 15 de Dezembro próximo.

Entretanto, o director do centro de Manutenção de Maputo lamenta o facto de alguns camiões circularem com excesso de carga, contribuindo para a degradação precoce de pavimentos, assim como a avaria dos camiões devido ao excesso de carga, causando congestionamentos nas estradas, factos que aumentam os custos de manutenção e os riscos de acidentes, redução de atrito com o pavimento, entre outros.

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