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Ramaphosa insta líderes da ONU a combaterem racismo e discriminação

Foto: Businesstech

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, instou hoje, por vídeoconferência transmitido na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), os líderes mundiais a empreenderem esforços na luta contra o racismo e a discriminação e a confrontar a sub-representação do continente africano no sistema da organização.

Ramaphosa, que falava por ocasião da 76ª Assembleia Geral da ONU, disse ainda que “temos a responsabilidade comum de combater tanto o legado do racismo do passado como a manifestação do racismo no presente”.

Atrelado ao racismo, o líder sul-africano instou os Estados-membros da organização a combaterem o sexismo, a xenofobia e a homofobia.

Ainda no seu discurso, Ramaphosa desafiou a comunidade internacional a enfrentar as mudanças climáticas, manter a paz e a segurança e a proteger os mais marginalizados da sociedade.

“Acima de tudo, devemos fechar as feridas da pobreza, da desigualdade e do subdesenvolvimento que estão a impedir as sociedades de realizarem todo o seu potencial”, frisou o líder sul-africano, citado pelo Notícias ao Minuto, acrescentando que “isso só pode ser feito no âmbito de um sistema multilateral revitalizado e reformado, com uma ONU forte e capaz no seu centro”.

Cyril Ramaphosa disse mais: “devemos abordar a sub-representação do continente africano no sistema das Nações Unidas e garantir que a voz de África, onde residem 1,3 biliões de pessoas e do Sul global em geral, fortaleça o sistema multilateral”.

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