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“Queremos dignificar o bom nome do clube e, acima de tudo, do país”

O treinador do Ferroviário da Beira, Nasir “Nelito” Salé, diz que os “locomotivas” partem para a Afro Liga com o objectivo de dignificar o clube e o país. Nelito lamenta o facto de a equipa partir para o Cairo, Egipto, sem ter tido a oportunidade de fazer jogos de controlo.
 
Contrariado, uma vez mais, pela falta de competições ao nível interno e estágio competitivo fora do país mas focado em fazer das adversidades um factor motivacional para alcançar bons resultados, o Ferroviário da Beira seguiu domingo ao Cairo, Egipto, onde de 8 a 10 de Fevereiro disputa o grupo “C” da Afro Liga de Basquetebol.

Há, aliás, que ter foco e pensar em ultrapassar o REG (Ruanda), 1º de Agosto (Angola) e Al Ahly (Egipto) para que os objectivos de melhorar o sexto lugar alcançado em 2017 no formato anterior da prova sejam atingidos.

E começar a vencer na sexta-feira diante do REG do Ruanda é fundamental para as aspirações dos vice-campeões nacionais no novo formato da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores masculinos.

“Infelizmente, nós não tivemos competição. Infelizmente, não tivemos também a possibilidade de ter um estágio onde pudessémos ombrear com equipas deste nível”, começou por lamentar Nasir “Nelito Salé, treinador do Ferroviário da Beira.

Mas há que superar as dificuldades e pensar bem alto. Afinal, não se pode chorar sobre o leite derramado. Há um nome a defender.

“O que nós queremos é deixar para trás aquilo que não foi feito, ou seja, deixar para trás aquilo que foram as nossas dificuldades e focarmo-nos praticamente naquilo que vai ser o nosso momento. Queremos competir com três equipas, pensar positivo, darmos o nosso máximo e mantermos aquilo que é a nossa dignidade e dignificar o bom nome do clube e, acima de tudo, do país”, disse Nelito.

Domingo, o Ferroviário da Beira cumpriu a última sessão de treinos em solo pátrio antes desta empreitada para a qual se reforçou com os sérvios Djumic e Vuc Jovanovic (fazem as posições 4-5) e ugandês Robinson Odoch (posição 2/3).

“E, agora, o que nós queremos é manter e termos esse cuidado para que toda a gente chegue ao destino de extrema saúde e, cima de tudo, mantermos os nossos índices e volumes que foram encontrados durante a nossa preparação. Queremos estar convictos de que não temos como contrariar esta longa viagem, mas o que nós queremos é mantermo-nos convictos e pensar positivo”, observou.
 
Clinicamente, a equipa está muitíssimo bem porquanto todos jogadores estão à disposição de Nelito.   Edilson Tivane, que na última temporada representou a A Politécnica, foi integrado também no grupo que segunda-feira seguiu ao Cairo, Egipto. “Fizemos o último treino no domingo. Portanto, observámos paulatinamente aquilo que era a nossa dinâmica de organização do própio treino que foi virado para os processo tácticos. Olhámos também para a estratégia da equipa em função daquilo que era nossa filosofia”, finalizou.
 

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