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Província de Maputo admite dificuldade de parar especulação de preços na quadra festiva

Não haverá falta de produtos essenciais para a quadra festiva, garantem as autoridades da província de Maputo, admitindo que estancar a especulação de preços, que já se faz sentir, será um desafio.

O director da Indústria e Comércio, Paulo Cossa, diz que já foram constituídas equipas multissectoriais que trabalham no terreno para que as festas “decorram sem sobressaltos”. Está-se aferir a qualidade de produtos, o peso dos mesmos, com destaque para a questão de especulação de preços.

“A província está preparada. Temos, em todos os distritos, os produtores agrícolas e pecuários”, sabe-se “onde podemos buscar produtos de primeira necessidade, principalmente” os que criam “pressão por estas alturas”, tais como “a batata e as hortícolas”, por causa da maior procura.

Apesar de a província de Maputo ter distritos com enormes potencialidades agrícolas, como é o caso de Boane, Moamba, Manhiça, Matutuíne e Magude, a disponibilidade da batata-reno e cebola continua a depender da vizinha África do Sul. Por estes dias, esses produtos tendem a tornar-se escassos.

Perante a situação, a Indústria e Comércio na província de Maputo diz estar a encarar a especulação de preços com “seriedade e preocupação”.

“Para suprirmos o défice destes produtos, nós temos importado estes produtos da vizinha África do Sul. O que está a acontecer é a inflação face ao Rand a moeda sul-africana. O Rand está valorizado, então, os nossos importadores adquirem a batata na África do Sul a um preço mais elevado e, consequentemente, têm trazido o produto e agravando ligeiramente o preço”, avançou o dirigente, que apontou o desafio das brigadas em aferir a fixação dos, em conformidade com a margem dos lucros”.

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