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Produção mineira no país subiu no primeiro semestre de 2018

Mais produção e menos contribuição fiscal para o Estado. O vice-ministro dos Recursos Minerais e Energia revelou, sexta-feira última, que o sector mineiro aumentou a sua produção em 50 porcento no primeiro semestre do primeiro semestre deste ano quando comparado com o ano passado.

Augusto Fernando explica que neste aumento, de forma específica, destaca-se o peso do carvão mineral, areias pesadas e dos rubis.

Facto curioso é que no balanço do primeiro semestre da Autoridade Tributária, o sector mineiro contribuiu menos em termos fiscais. A redução foi de 42,44 porcento no primeiro semestre do ano quando comparado com o ano passado.

Disse o dirigente, que falava no encerramento do Conselho Coordenador do Ministério dos Recursos Minerais e Energia. Foi aqui onde também se fez saber que o sector da energia registou uma ligeira queda em termos de geração.

Foram 0.89 porcento de decréscimo nos primeiros seis meses deste ano quando comparados com os do ano passado. Tal facto, segundo o dirigente, deve-se ao “défice hidrológico que se tem verificado na bacia do Zambeze, resultando na produção condicionada de energia na central Hidroeléctrica de Cahora Bassa”, principal fonte de energia de Moçambique, representando 60 porcento da energia consumida no país.

Entretanto, o sector diz não ter ficado indiferente à redução e para suprir o défice, outras alternativas foram sendo criadas.

E porque não é apenas de informações que é feito um Conselho Coordenador, foram tomadas decisões que deverão ser implementadas nos próximos tempos nos sectores mineiro e energético.

O Ministério dos Recursos Mineiros e Energia vai fortificar ainda mais a questão das inspecções principalmente às empresas que exploram recursos minerais.

“Mostrando-se necessário garantir a exploração judiciosa dos recursos minerais e energéticos, devemos acelerar o processo de optimização da Inspecção-Geral do nosso ministério”, explicou Fernando.

Para garantir uso racional dos recursos minerais do país, o vice-ministro do sector disse ser necessário que se invista na edução pessoas que vão fazer uma gestão criteriosa destes recursos.

 

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