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Primeiro-ministro visita sede do CNCS

O primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, visitou esta segunda-feira o Conselho Nacional de Combate ao SIDA (CNCS) para efeitos de avaliação e monitoria das actividades da Instituição. Do rosário reuniu-se primeiro com o secretariado executivo do Conselho onde foi informado da situação da epidemia do SIDA em Moçambique, que aponta para perto de setenta mil mortes pela doença em 2017 (em 2014 morreram 87.629) e pouco mais de dois milhões e cem mil pessoas vivendo actualmente com a doença no país.

A faixa etária dos 35 a 39 anos é a mais infectada. Ainda segundo o informe, pouco mais de um milhão e cem mil pessoas estão em tratamento antirretroviral. O secretário executivo do Conselho Nacional de Combate ao SIDA disse, igualmente, que resposta nacional à doença está a ter resultados palpáveis, principalmente na redução de novas infecções, na redução da transmissão vertical, bem como na redução de casos de morte pela doença.

Falando dos constrangimentos com que a sua instituição se debate, Francisco Mbofana apontou a falta de instalações próprias como sendo um dos grandes problemas.

“Com as cinco representações, gastamos cerca de quatrocentos mil meticais por mês”, disse Mbofana referindo-se às despesas de arrendamento de imóveis. Mbofana apontou também a falta de meios circulantes nas províncias como sendo um obstáculo para a prossecução de alguns programas.

Por seu turno, a ministra da Saúde Nazira Abdula, disse que nesta visita do primeiro-ministro que por inerência de funções é o presidente do Conselho Nacional de Combate ao SIDA, foi também passado em revista o processo de transição daquele órgão para ser uma instituição pública gerida à semelhança doutros organismos do estado.

 

 

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