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Prevalece falta desinfecção nos terminais rodoviários da Matola

Os principais terminais rodoviários de transporte da cidade da Matola continuam com escassez de meios para garantir a prevenção da COVID-19 e a desinfecção dos passageiros no acto de embarque e desembarque, incluindo os próprios meios circulantes.  O município reconhece o problema e promete resolver.

Nos terminais de Patrice Lumumba, T3, Liberdade, Matola Santos, Malhapsene, os passageiros, quer no acto de embargue, quer no desembargue, não desinfectam as mãos, nem os próprios “chapas” são desinfectados. E mais, nem há medição de temperatura. As pessoas “só usam máscaras”, tal como confirmou Juvêncio, um passageiro encontrado no terminal de Malhapsene.

Nas paragens, os passageiros, em fila, clamam pelos meios de prevenção e sabem que a situação pode impactar negativamente nas suas vidas.

Ademais, os chapas continuam a andar superlotados, como nos tempos “normais”, e os passageiros dizem que a situação deriva da falta de transportes no Município da Matola.

Para colmatar o problema, há uma cooperativa de transporte que enviou para Malhapsene os seus homens para garantir a desinfecção dos passageiros e dos machimbombos. Mito Mate, um dos responsáveis da equipa, diz que conseguem higienizar uma centena e meia de meios circulantes, mas reconhece que o número ainda é reduzido para atender a azáfama e avalanche que se regista em Malhapsene.

O Município da Matola está ciente do problema e promete resolver. Firmino Guambe, porta-voz do município, diz que a desinfecção é feita nos autocarros da empresa municipal, havendo desafios para os semi-colectivos.

“Onde temos até este momento algum défice é nos semi-colectivos de 15 lugares, mas há um trabalho que está a ser feito no sentido de resolvermos isto.”

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