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Presidente português diz que agiu legalmente ao dissolver o parlamento

Foto: Observador

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, disse ontem que exerceu o seu poder constitucional ao dissolver o parlamento. O chefe de Estado Português disse ainda que não foi sensível a questões dos partidos políticos sobre a data das eleições legislativas antecipadas.

À margem do terceiro encontro nacional de cuidadores informais realizado em Évora nesta sexta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa foi confrontado pelos jornalistas pelo facto de alguns partidos estarem insatisfeitos com a data de eleições legislativas no dia 30 de Janeiro de 2022.

Segundo o Observador, Rebelo explicou que ouviu os partidos, o conselho de Estado que, por uma maioria esmagadora, deu um parecer favorável à sua proposta de dissolução do parlamento.

O chefe de Estado português disse que fez o que tinha de fazer e exerceu o seu poder constitucional, para marcar as eleições antecipadas no dia 30 de Janeiro.

Aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que escolheu a data em função do interesse nacional, que as decisões partidárias seriam posteriores, ou no máximo, simultâneas com o fim do prazo de entrega das candidaturas.

Adicionalmente, Marcelo diz que teve o cuidado, no seu discurso de quinta-feira, de não responsabilizar ninguém pela crise política e que a dissolução do parlamento não é querida mas é o que tinha de ser.

O chefe de Estado lançou ainda um apelo para que o contexto pré-eleitoral seja vivido com o máximo de desdramatização e sem crispações adicionais.

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