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PR orienta sargentos a desenvolver “sentido e dimensão da unidade nacional”

Os sargentos devem distinguir-se pelo “sentido e dimensão da unidade nacional, da pátria, abnegação, entrega pelo bem do povo” e outros valores que orientam as Forças Armadas de Defesa de Moçambique, exortou o Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi, na graduação daqueles militares, esta sexta-feira.

Aliás, antecedendo o Presidente da República, o ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, deu as linhas gerais sobre o decurso do 11º Curso de Formação de Sargentos e o 2º Curso Complementar de Formação de Sargentos do Quadro Permanente das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, na Escola de Sargentos das Forças Armadas “General Alberto Joaquim Chipande”, no distrito de Boane, província de Maputo.

O governante explicou que a formação visou criar condições para que “a tropa esteja sempre disciplinada”, sobretudo garantir a sua preparação para várias frentes, porquanto “constitui a espinha dorsal das Forças Armadas”.

Os sargentos recém-graduados, “não só foram formados no comando e disciplina da tropa”, como também têm conhecimento sobre os ramos e as especialidades das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, disse Jaime Neto.

O ministro da Defesa Nacional garantiu ao Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança que “os graduados estão preparados para cumprir qualquer missão” que lhes for incumbida e aguardam orientações.

Neste contexto, Filipe Nyusi exigiu da Escola de Sargentos das Forças Armadas “General Alberto Joaquim Chipande”, perante os novos desafios impostos pela globalização, mais dinamismo na formação baseada num currículo actualizado, ajustado aos métodos e às técnicas de combate.

“Temos a obrigação de fazer face ao modus operandi de qualquer inimigo”, tendo como exemplo “o combate sem contemplações aos terroristas que assassinam populações de forma hedionda e pilham os seus bens na província de Cabo Delgado”, afirmou o Presidente da República.

Os sargentos são “coluna vertebral que estabelece a ligação” entre si e as Forças Armadas de Defesa de Moçambique a vários níveis, considerou Nyusi, destacando que a Escola de Sargentos das Forças Armadas “General Alberto Joaquim Chipande” é um laboratório “na criação de habilidades, pesquisa da arte e ciência militar. É um centro privilegiado do saber (…)”.

Nyusi saudou as Forças Armadas de Defesa de Moçambique pelo “zelo e entrega abnegada no cumprimento da sua missão de defender a independência nacional, preservar a soberania e a integridade territorial do país, garantindo o funcionamento normal das instituições e a segurança dos cidadãos contra qualquer agressão armada”.

O Presidente da República estendeu igualmente saudações às Forças de Defesa e Segurança, pela “participação em missões humanitárias, prontidão e disponibilidade com que cumprem as tarefas principais do momento: a luta sem tréguas contra o terrorismo, o crime organizado e transnacional, a pirataria marítima, o crime cibernético”, assim como no combate às acções da auto-proclamada Junta Militar da Renamo.

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