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PR exige da Polícia acções enérgicas de combate à violência armada

Foto: O País

Trinta e seis antigos guerrilheiros da Renamo passaram, ontem, a fazer parte da Polícia da República de Moçambique (PRM), no âmbito do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR). O grupo passou por uma formação que abrangeu mais de 500 membros da UIR e da PRM.

O Presidente da República disse que na corporação não há cores partidárias e exigiu esclarecimento rápido em relação aos rumores sobre violência armada na Província de  Niassa.

Filipe Nyusi dirigiu, na ESAPOL distrito de Nhamatanda, o encerramento do 19° Curso Básico da Polícia abrangendo 573 agentes da corporação, dos quais 36 antigos guerrilheiros da Renamo integrados, no âmbito do processo de DDR em curso no país.

O processo de formação dos agentes contou com o apoio de 16 instrutores das forças do Zimbabwe, país que Moçambique apoiou na sua luta de libertação.

Na ocasião, Filipe Nyusi alertou aos antigos guerrilheiros da Renamo que na Polícia não existem cores partidárias, pelo que todos devem defender os interesses colectivos na nação moçambicana.

Falando sobre focos de terrorismo na província do Niassa, Filipe Nyusi exigiu dos homens da lei e ordem a todos os níveis e acções concretas com vista a erradicação urgente do fenómeno.

“Há ruído aí na província de Niassa, em Mecula, esclareçam isso rapidamente, não podemos perder tempo”, exigiu o Chefe de Estado.

Refira-se que, além da habitual parada policial, a cerimónia de encerramento do 19° curso de agentes da Polícia foi marcada pela exibição de técnicas de combate às bases do inimigo.

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