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Plataforma de Transparência Eleitoral denuncia irregularidades durante o processo Eleitoral

A Plataforma de Transparência Eleitoral está preocupada com o facto de os Órgãos Eleitorais não efectuarem o Apuramento Intermédio, um processo que devia ter sido feito a nível do distrito, 24 horas depois da realização das eleições.

Para a Plataforma, este acto configura um atropelo grave da Lei. Perante esta situação, a Plataforma de Transparência Eleitoral lamenta o facto de não conseguir fazer um balanço mais aprofundado sobre o processo, podendo fazê-lo nesta quinta-feira.

O grupo de organizações da Sociedade Civil diz ainda ter detectado situações de enchimento de urnas nalguns pontos, detenções dos delegados de candidatura, mesmo quando estes gozam de imunidade. A Plataforma de Transparência Eleitoral diz ainda ter encontrado dificuldades na credenciação dos seus observadores, tendo conseguido credenciar apenas 3200 observadores, dos cerca de 7000 pedidos para o efeito.

Dificuldades de acesso aos locais de votação e registo de retirada compulsiva dos observadores dos locais de votação são outras das dificuldades que os observadores encontraram no terreno, durante o seu trabalho.

 

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