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Pequenas e médias empresas devem entrar com agressividade no agro-negócio

Marcelino Botão, responsável pela banca agrícola no banco Absa, comentou ao “O País” as principais apostas em serviços e produtos financeiros oferecidos pela instituição a que está afecta, para impulsionar o crescimento do agro-negócio.

Não se faz negócio individualmente e com o sector agrícola não é diferente. Por isso, o Absa oferece soluções de crédito de forma integrada com base na rede de relações de uma empresa que seja cliente do banco.

“A ideia é criar capacidade financeira para o bloco inteiro, gerar produção e a renda que faça com o que negócio tenha sustentabilidade”, segundo explicou Marcelino Botão.

Para o entrevistado, é importante a bancar tomar em consideração todos os aspectos inerentes ao agro-negócio, ao se pensar em soluções financeiras para o sector, com destaque para a sazonalidade da produção.

“A nossa visão do agro-negócio é que a maior parte das actividades são sazonais. Então, os produtos financeiros que nos propomos para cada cliente têm em conta essa sazonalidade”, detalhou o interlocutor do “O País”.

Isto quer dizer que quando o cliente se aproxima ao banco, este faz um estudo do seu negócio para determinar em quais épocas o mesmo cliente terá a possibilidade de cumprir com o serviço da dívida.

Dentro do seu desiderato de impulsionar o crescimento do agro-negócio, o Absa firmou um acordo com a John Deer, fabricante e distribuidor de equipamentos agrícolas, de modo a fomentar a agricultura mecanizada.

Através dessa parceria, o banco torna possível aos agricultores adquirirem equipamentos com financiamento e descontos na taxa de juro, dependendo da percentagem de comparticipação. Ou seja, se o cliente comparticipa com 10% na compra do equipamento, tem direito a um desconto de 1% na taxa de juro, explicou Marcelino.

Sendo o Absa parceiro da segunda edição da MOZGROW, o líder da banca agrícola disse considerar esta plataforma um meio para “fomentar” a relação que existe com os produtores e parceiros estratégicos.

Marcelino concluiu a sua intervenção lançando um desafio para que as pequenas e médias empresas entrem com agressividade neste mercado, apelando, em especial, aos jovens e mulheres adultas.

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