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Os números de Moçambique no “Afrobasket”

Fotos: FIBA-AFRICA

Seis jogos, três vitórias e igual número de derrotas. Estes são os números da selecção nacional de basquetebol sénior feminino no “Afrobasket” 2021. Há dois anos, em Dakar, Senegal, Moçambique venceu três jogos e perdeu dois.

Mais: Moçambique teve uma média de 36.6% nos lançamentos de campo (133/363), 28.1% nos tiros exteriores (32/114) e 67% na linha de lances livres (59/88). No global, colectou 263 ressaltos, dos quais 171 defensivos e 92 ofensivos.

Há ainda a registar 95 assistências, 144 “turnovers” e 67 roubos de bola e 357 pontos em seis jogos (eficiência 370.0).

Em termos individuais, Ingvil Mucauro liderou Moçambique com média de 12.2 pontos (77 no total) e 14.7 de eficiência em 33.2 minutos na quadra.

A extremo teve uma percentagem de 37% nos lançamentos de campo (27 em 73), 24.1% nos tiros exteriores (sete em novo) e 76.2% na linha de lances livres (16 em 21).

Mais: colectou 35 ressaltos dos quais 25 defensivos e nove ofensivos, 25 assistências, 17 perdas de bola e 20 roubos de bola.

Tamara Seda, poste do RPK Araski da Espanha, disputou o seu terceiro “Afrobasket” e não decepcionou. Pelo contrário, provou que é uma das melhores de África na sua posição. Seda teve uma média de 8.8 pontos (53 pontos em seis jogos) e 11.5 de eficiência em 26.5 minutos (199 minutos no total) na quadra.

A melhor ressaltadora do Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino de 2019, em Dakar, Senegal, e 2021, em Yaoundé, Camarões, teve um registo de 23 em 56 nos lançamentos de campo (41.1% de aproveitamento) e 7 em 12 na linha de lances livres (58.3%). Seda dominou nas tabelas, tendo colectado um total de 52 ressaltos (33 defensivos e nove ofensivos), 20 perdas de bola e 11 assistências.

“Rookie”, ou seja, estreante no Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino, Stefânia “Papelão” Chiziane foi uma surpresa agradável na competição. A extremo do Ferroviário de Maputo apresentou-se, nesta competição, com bons “targets”: 51 pontos e 50 de eficiência em 117 minutos na quadra.

“Papelão” teve médias de 45.9% nos lançamentos de campo (17 em 37), 53.3% nos tiros exteriores (oito em 15) e 75% na linha de lances livres (nove em 12). Chiziane contabilizou vinte ressaltos, sendo 19 defensivos e um ofensivo, assim como cinco assistências, 10 “turnovers” e cinco roubos de bola.

Experimentada, Odélia Eusébio Mafanela foi a quarta melhor cestinha da selecção nacional de basquetebol sénior feminino com 50 pontos em 144 minutos na quadra. Mafanela “capturou” 49 ressaltos dos quais 26 defensivos e 23 ofensivos.

A capitã da selecção nacional um registo de 40.8% nos lançamentos de campo (20 em 49) e 62.5% na linha de lances livres (10 em 16), dez assistências e 17 perdas de bola.

Outra atleta com bastante experiência é Anabela Cossa, que em algum momento foi “sacrificada” para fazer a posição de base. Cossa terminou a sua participação no “Afrobasket”-2021 com 41 pontos em 161 minutos na quadra. Anabela Cossa teve um registo de 13 em 31 nos lançamentos de campo (41.9%), oito em 21 nos tiros exteriores (38.1%) e sete em nove na linha de lances livres (77.8%).

A experiente jogadora contabilizou ainda 16 ressaltos defensivos, 20 assistências, nove roubos de bola e 24 “turnovers”.

A poste Deolinda Gimo terminou o “Afrobasket” 2021 com 31 pontos em 107 minutos na quadra. Gimo apresentou uma média de 26.2% nos lançamentos de campo (11 em 42), 14.3% nos tiros exteriores (2 em 14) e 72.7% na linha de lances livres (oito em 11). Há ainda a registar 21 ressaltos (seis ofensivos e 15 defensivos), três assistências, dez “turnovers” e cinco roubos de bola.

A extremo e atiradora Elizabeth Pereira contabilizou 109 minutos na quadra, tendo apresentado 22.2% nos lançamentos de campo (seis em 27), 17.6% na zona dos 6, 75 metros (3/17) e 33.3% na linha de lances livres (1/3), sete ressaltos dos quais seis defensivos e um ofensivo, quatro assistências e onze perdas de bola.

Vilma Covane, poste que recentemente evoluiu no basquetebol colegial dos EUA, concretamente no Seward County Community College e Patriots University, fez igualmente a sua estreia no “Afrobasket”.

Covane contabilizou 54 minutos nos quais registou 6/16 nos lançamentos de campo (37.5%), 1/4 na linha de lances livres (25%), 12 ressaltos (dez defensivos e dois ofensivos) e três perdas de bola.

Sílvia Amadeu Veloso, base com passagem também pelos EUA, fez a sua primeira aparição num Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino. Veloso contabilizou 27 minutos nesta competição, tendo registado 5/11 nos lançamentos de campo (45.5%), 2/4 na linha de lances livres (50%), duas assistências e cinco perdas de bola.

Cecília Henriques, uma das sobreviventes da equipa que em 2013 ocupou o segundo lugar no Campeonato Africano realizado em Moçambique, contabilizou apenas 13 minutos. Neste tempo na quadra, a poste do Ferroviário de Maputo teve 1/5 nos lançamentos de campo (20%), três ressaltos e duas assistências.

Finalmente, no doze escolhido por Nasir Salé, destaca-se Carla Pinto, extremo da A Politécnica que contabilizou 11 minutos em três jogos. Pinto teve 0/2 nos lançamentos de campo (0%) e 0/2 nos tiros exteriores (0%, um ressalto ofensivo e uma perda de bola.

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