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OE perde 300 milhões de euros da UE devido as dívidas ocultas

A União Europeia (EU) tem 300 milhões de euros que eram destinados ao Orçamento do Estado (OE), mas porque a suspensão continua, por não se ter esclarecido as dívidas ocultas, esta verba será aplicada em projectos de desenvolvimento.

A informação foi avançada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, José Pacheco no âmbito da cerimónia de entrega de cartas credenciais de oito embaixadores.

O apoio ao OE foi um dos pontos discutidos no encontro entre o Presidente da República, Filipe Nyusi e o novo embaixador da UE, António Gaspar, que esteve na presidência para apresentar as suas cartas credenciais.

 Ficou claro que a suspensão do apoio ao OE de 2019 contínua, embora a UE tivesse reservado 300 milhões de euros para apoiar Moçambique. Aliás, a verba continua destinada ao país, mas não será o Governo a fazer a gestão da mesma.

Além do diplomata da UE, apresentaram cartas credenciais embaixadores dos seguintes países: Reino Unido, Irlanda do Norte, Emirados Árabes Unidos, Congo, Irlanda, Arábia Saudita, Reino dos Países Baixos e Espanha.

A tónica nas conversações com estes diplomatas foi o apoio no processo de paz, numa fase de desmilitarização de homens armados da Renamo e sua integração nas Forças de Defesa e Segurança.

Com os diplomatas, o Chefe do Estado discutiu, também, a cooperação nas áreas da educação, da saúde, água e saneamento.

 

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