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Nyusi defende união e coesão na Frelimo para que se alcance desenvolvimento sustentável

O presidente da Frelimo disse, neste sábado, que sem união e coesão no partido no poder não será possível alcançar o desenvolvimento sustentável em Moçambique. Filipe Nyusi, que falava, no Posto Administrativo da Ponta d’ Ouro, na província de Maputo, no encerramento da Quarta Sessão do Secretariado do Comité Central da Organização da Juventude Moçambicana (OJM), apontou ainda os ataques terroristas na província de Cabo Delgado e a instabilidade no centro do país como um entrave para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

No que toca os ataques terroristas em Cabo Delgado e a instabilidade no centro do país, Nyusi apelou aos moçambicanos a distanciarem-se de “intrigas, boatos e desinformação”, como forma de contribuírem para a solução dos problemas e não para o recrudescimento da situação que se vive.

Filipe Nyusi elegeu o tema “Desenvolvimento Sustentável” para falar com os membros do Secretariado Comité Central da OJM, o braço juvenil do partido no poder, como forma de instar que os jovens se foquem nas necessidades do povo e dos mais pobres, em particular, no desempenho das suas actividades, para que possam contribuir na melhoria da qualidade de vida dos moçambicanos.

Ainda no capítulo da melhoria de vida dos moçambicanos, Nyusi avançou que o Produto Interno Bruto (PIB), mais do que crescer, deve impactar nos indicadores de desenvolvimento humano, apontando o acesso à alimentação, água, energia e habitação como fundamentais para que, de facto, se alcance o desenvolvimento sustentável.

Por outro lado, o Presidente da Frelimo, Filipe Nyusi, disse que os moçambicanos devem esperar para que haja riqueza por distribuir. “Fala-se muito em distribuição de riqueza, mas ainda não há riqueza para distribuir. O gás ainda não está a ser explorado”, disse Nyusi referindo-se aos projectos de exploração de gás ainda em fase de implantação na província de Cabo Delgado.

Por seu turno, a secretária-geral da OJM, Anchia Talapa Formiga, defendeu que os jovens devem ser parte da solução dos ataques terroristas em Cabo Delgado e da instabilidade no centro do País, apelando para que evitem criar desinformação nas redes sociais e nos órgãos de comunicação social.

 

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