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Novo PCA da EDM desafiado a garantir acesso universal de energia à população

O novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Electricidade de Moçambique (EDM) tomou posse hoje, perante o Primeiro-Ministro. Carlos Agostinho do Rosário desafiou Marcelino Gildo Alberto a privilegiar acções que garantam o acesso universal de energia à população, até 2030

Carlos Agostinho do Rosário disse que a indicação de Marcelino Alberto “enquadra-se no conjunto das nossas acções governativas visando garantir uma maior dinâmica do sector empresarial do Estado”, devendo o empossado “dar o melhor de si para a continuidade do processo de crescimento desta empresa estratégica no processo de desenvolvimento do nosso país”.

Nesse sentido, o empossado deverá continuar a “privilegiar a implementação de acções que garantam o alcance do acesso universal de energia para toda a população moçambicana”, assim como o “reforço das parcerias entre a EDM e os vários actores do sector eléctrico” no país.

Segundo o primeiro-ministro, neste este quinquénio, a apsota é concluir a ligação de todas sedes dos postos administrativos à rede eléctrica nacional, bem como garantir que a energia chegue também aos locais com maior potencial agro-industrial e turístico.

Das acções prioritárias do Programa Quinquenal do Governo 2020-2024, o Governo vai colocar em prática a implementação de “projectos estruturantes no domínio de produção e transporte de energia”, das quais a construcao da central termoeléctrica a gás natural de Temane, com pacaidade de 400 Megawatts; e a central solar de Metoro, de 40 Megawatts.

Constam igualmente do plano do Governo, para este mandato, as linhas de transporte de energia que ligam Temane a Maputo, com 400 kilovolts; Chimuara a Alto Mulócuè, com 400 kilovolts; e Chibabava a Vilankulo, com 110 kilovolts.

Carlos Agostinho do Rosário apelou ainda a Marcelino Alberto a “pautar pelo espírito de trabalho em equipa, transparência e integridade na concretização dos objectivos estratégicos definidos no Programa Quinquenal do Governo para o sector de energia”.

Ademais, Marcelino Alberto deve, também, apostar numa gestão criteriosa dos recursos humanos, materiais, financeiros e patrimoniais da EDM, sem perder de vista a componente de inovação.

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