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Nove mortes por raiva canina no primeiro semestre

Do melhor amigo do homem, o cão consegue se tornar o pior inimigo do ser humano e até levá-lo à morte. E tudo acontece de uma simples mordedura que apesar de ser simples carregam consigo a raiva que “descarregaram” pelo menos em 13.835 moçambicanos no primeiro semestre deste ano contra 13.010 de 2018. Os casos estão a subir.

“Temos verificado maiores números de mordedura nas províncias de Nampula, Zambézia, Sofala, Manica, Gaza, Maputo província e cidade”, revelou Francisco Guilengue, do Ministério da Saúde, expressando maior preocupação por Nampula, Zambézia, Sofala, Gaza, Maputo província e cidade “onde, por ano, chegam a notificar mais de três mil casos de mordedura”. 

Não obstante o aumento de casos de mordeduras caninas, as autoridades estão animadas quando “lançam” um olhar para o número de óbitos que reduziu substancialmente. “Comparando o primeiro semestre de 2018 e 2019, houve uma redução. No ano passado foram notificados 16 casos e no mesmo período deste ano foram notificados nove casos”, avançou Francisco Guilengue.

De acordo com Francisco Guilengue, a redução das mortes deveu-se ao aumento de notificações de pessoas que sofreram mordeduras junto das unidades sanitárias. 

 

 

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