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Noruega e Bélgica doam vacinas da COVID-19 a Moçambique

No âmbito da implementação da sua estratégia nacional de vacinação contra a pandemia da COVID-19, Moçambique recebeu, esta quarta-feira, um lote de 179.800 e 149.760 doses de vacinas dos Governos norueguês e belga, respectivamente. Os imunizantes complementam as 1.318.560 doses já obtidas pelo Executivo moçambicano, totalizando 1.648.120, com o apoio de vários parceiros, no âmbito da iniciativa COVAX.

Segundo um comunicado conjunto dos Governos dos dois países, o COVAX, pilar de vacinas e acelerador de acesso a ferramentas contra a COVID-19 (ACT), é co-liderado pela Coligação para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI); da Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (GAVI); e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que trabalham em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), como parceiro-chave na execução, bem como com organizações da sociedade civil, fabricantes de vacinas, Banco Mundial e outros.

Mais 680.160 doses da vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca e 638.400 da Johnson & Johnson foram anteriormente recebidas pelo Ministério da Saúde, via Mecanismo COVAX, desde o mês de Março do corrente ano, de um total de 2.064 milhões de doses esperadas pelo país.

Desde o início da pandemia, o Sistema das Nações Unidas em Moçambique tem trabalhado com as autoridades nacionais, empresas e a sociedade civil para identificar e atender às necessidades da população na resposta à crise sanitária e aos seus efeitos socioeconómicos.

O plano do COVAX é fornecer vacinas para 20% da população de cada país participante ao longo de 2021. Há dois grupos de países e territórios participantes: os auto-financiados, países de média e alta renda, que pagam pelas vacinas; e os de baixa renda que recebem as vacinas sem custo. No caso da África Austral, todos os países da região, excepto a República da África do Sul, fazem parte do segundo grupo.

Até que a maioria da população esteja completamente vacinada será fundamental manter todas as medidas preventivas de resposta à pandemia. Para as autoridades de saúde pública, isso significa fazer sistemática e massivamente testes de diagnóstico, rastreamento de contactos, isolamento, quarentena assistida e atendimento de qualidade. Para os indivíduos, significa evitar aglomerações, continuar com o distanciamento físico, higienizar as mãos regularmente com sabão ou álcool gel a 70%, usar máscaras e manter os ambientes bem ventilados.

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