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Não há provas de que crianças e adolescentes precisem de vacina de reforço contra COVID-19, diz OMS

Foto: Notícias ao Minuto

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz não haver evidências, neste momento, de que as crianças e adolescentes saudáveis necessitem de doses de reforço na vacinação contra a COVID-19, e salienta que serão necessárias mais investigações para determinar quem precisa de ser inoculado com doses de reforço.

Apesar da aparente perda de imunidade das vacinas devido à variante Ómicron, serão necessárias mais investigações para determinar quem efectivamente precisa de tomar doses de reforço, disse Soumya Swaminathan, investigadora-chefe da Organização Mundial da Saúde.

De acordo com a responsável, não havendo provas de que as crianças e os adolescentes saudáveis necessitem de doses de reforço da vacina contra a COVID-19, os especialistas da Organização Mundial da Saúde reunir-se-ão este fim-de-semana para analisar os critérios que os países deverão seguir na hora de escolher a quem deverão ser administradas as doses de reforço contra o vírus.

“O objectivo é proteger os mais vulneráveis, proteger aqueles que estão em maior risco de doença severa e de morte. São eles as nossas populações idosas, pessoas imunocomprometidas, mas também os profissionais de saúde”, disse Soumya Swaminathan.

Por sua vez, a directora do Departamento de Imunização, Vacinas e Produtos Biológicos da Organização Mundial da Saúde, Katherine O’Brien, considerou que a instituição ainda está na fase inicial de entender a variante Ómicron e as vacinas diante dela.

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