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Mulheres da Renamo elegem nova presidente em Maxixe

Mulheres do partido Renamo de todo o país estão reunidas na sua 3ª Conferência Nacional para, entre outros assuntos, escolher a nova presidente da Liga Femininas daquele partido.

Para liderar a organização, que é agora dirigida por Maria Inês Martinho, concorrem seis mulheres, nomeadamente, Evelina Caul, Argentina Sutho, Palmira Mapacule, Maria Cachite, Marta Matavele e Helena da Silva.

Falando aos conferencistas, o presidente do partido lembrou ser um momento soberano para, democraticamente, serem eleitos os órgãos sociais que vão dirigir os destinos da organização.

Ossufo Momade agradeceu à presidente da Liga Nacional, Maria Inês Martins, e à sua equipa que, durante longos anos, conduziram a organização. “Mesmo nos momentos mais adversos da nossa família, nunca vacilou nem poupou esforços para manter firme a nossa esperança e coragem para continuar a lutar pelo bem-estar das nossas populações e progresso do nosso partido”, acrescentou Ossufo.

O governante realçou ainda a contribuição da mulher para a implantação do Estado de Direito e Democrático, que teve como corolário o Acordo Geral de Paz, assinado no dia 4 de Outubro de 1992, em Roma.

“Como sempre testemunhamos, a participação da mulher não terminou com o fim da luta pela democracia, antes pelo contrário, ela continua presente e firme perante os vários desafios do partido e da sociedade moçambicana”, reconheceu e elogiou Ossufo Momade.

É lema da Conferência Nacional da Liga Feminina da Renamo é “A Mulher na Luta pela Justiça Social”, que, segundo os simpatizantes daquela formação política, encarna um dos objectivos de André Matade Matsangaice e Afonso Macacho Marceta Dhlakama, eternos heróis, porquanto os dezasseis anos de luta visavam implantar a democracia, impor o respeito pelos direitos e liberdades fundamentais e promover a justiça social no país.

Como forma de continuar com esta luta da mulher que se encontra nas várias frentes de trabalho e na Administração Pública, espera-se que abrace a causa por um Moçambique melhor.

A mulher, sendo, por natureza, líder de opinião, deve capitalizar esta posição para despertar maior consciência sobre a cidadania noutras mulheres, que constituem a maioria da população moçambicana.

A luta pela Justiça Social exige da mulher e de qualquer cidadão mudança de atitude.

Por outro lado, para vencer esta luta, a mulher deve estar mais organizada e unida cuja experiência e inspiração, a Liga Feminina pode buscar continuamente nas combatentes, que são uma fonte inesgotável.

Ao todo, são mais de 100 delegados de todo o país que vão escolher, entre seis mulheres, quem vai dirigir o braço feminino daquele partido nos próximos anos.

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