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Movimento de Educação aponta fragilidades das leis como causas do abandono escolar

Em Moçambique, nove em cada 10 raparigas ingressam no ensino primário, mas apenas 1.5 por cento chegam ao ensino secundário. Casamentos prematuros, gravidez precoce e fragilidade das leis são apontadas como as principais causas do abandono escolar.

Vários países da África Subsariana, sociedade civil e quadros do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano estão reunidos desde esta segunda-feira, em Maputo, na conferência Internacional sobre a educação da rapariga, evento que visa discutir estratégias para a redução dos índices de abandono escolar por parte das meninas.

Coube a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano fazer o discurso de abertura, tendo na ocasião apresentado o quadro sombrio e preocupante de desistência escolar por parte das raparigas.

O Movimento, Educação para Todos, aponta para a fragilidade das leis como um dos factores que engrossa, ainda mais, as estatísticas de abandono escolar por parte da rapariga.

Apesar deste cenário descrito como preocupante, os parceiros de cooperação reconhecem que Moçambique tem demonstrado maior preocupação para combater o fenómeno, entretanto há muito que ser feito.

A Conferência Internacional sobre a Educação da Rapariga tem a duração de dois dias e decorre sob o lema desafios, partilha de experiências e boas práticas para assegurar a retenção da rapariga no sistema de ensino.    

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