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Moçambique regista mais 50 pessoas sem Coronavírus

Com mais 50 pessoas livres do novo Coronavírus, este domingo, em Cabo Delgado, Nampula, Inhambane, cidade e província de Maputo, o país tingiu um total 593. Entretanto, o número de pacientes infectados, alguns dos quais hospitalizados, aumentou.

Segundo a recente actualização do Ministério da Saúde sobre a pandemia no país e no mundo, dos 50 casos totalmente recuperados da COVID-19, 48 são moçambicanos, um britânico e um chinês.

Dos mesmos, quatro são da província de Cabo-Delgado, 37 de Nampula, cinco de Inhambane, três da cidade de Maputo e um da província de Maputo.

Dos 978 novos casos suspeitos testados na últimas horas, 53 foram positivos para COVID-19 e todos são de transmissão local.

“Assim, o país tem cumulativamente 1.669 casos positivos registados, dos quais 1.512 de transmissão local e 157 casos importados”, explica uma nota do Ministério da Saúde, ajuntando que 51 indivíduos são moçambicano, um britânico e outro indiano. Os mesmos foram descobertos durante a vigilância nas unidades sanitárias e o rastreio de contactos de casos positivos.

Dos pacientes novos ontem anunciados, 12 são do distrito de Montepuez, na província de Cabo-Delgado, e resultaram de rastreio de contactos com casos positivos.

Aliás, com 26 casos, a cidade de Maputo registou maior número de pessoas diagnosticadas com o novo Coronavírus, 25 dos quais resultaram da vigilância nas unidades sanitárias e um caso resulta de rastreio de contactos com casos positivos.

Onze casos foram também detectados na província de Maputo, sendo “dois no distrito de Namaacha, um em Marracuene, dois na Moamba, um em Namaacha, cinco na cidade da Matola. Destes, um resultou de rastreio de contactos com um caso positivo e 10 da vigilância nas unidades sanitárias”, refere o comunicado da Saúde, a que “O País” teve acesso.

Manica registou duas infecções novas, uma no distrito de Machaze e outra em Mossurize. “Ambos resultam de vigilância” nos hospitais.

Igual número foi registado em Inhambane, sendo um na cidade e outros no distrito de Inhassoro.
“Os casos ontem reportados encontram-se em isolamento domiciliário e decorre o processo de mapeamento dos seus contactos”.

No que diz respeito aos pacientes internados, Moçambique já registou 41, dos quais oito ainda sob cuidados hospitalares nos centros de isolamento, devido a “patologias crónicas diversas, associadas à COVID-19”.

Os doentes ainda acamados são das províncias de Nampula (01), Tete (01), Inhambane (01) e cidade de Maputo (04). Destes, dois foram internados “nas últimas 24 horas”.

“Todos os oitos indivíduos internados registam evolução clínica satisfatória”, de acordo com o Ministério da Saúde.

A instituição diz que a máscara de fabrico caseiro oferece alguma protecção contra a COVID-19 se for usada de forma correcta.

“Quando usada por uma pessoa que não está infectada, reduz” as possibilidades “de infecção através da inalação de gotículas infectadas. Quando usada por alguém que tenha a doença, reduz” as possibilidades “de transmissão de gotículas infectadas para outras pessoas”, esclarece aquela entidade do Estado.

A máscara correctamente usada reduz igualmente a exposição ao risco de contágio “em áreas ou situações de aglomerados populacionais, tais como mercados, lojas, transportes públicos e edifícios governamentais ou privados.

“Por isso é importante o correcto uso da máscara caseira para a protecção contra a COVID-19”, devendo cada moçambicano “ser educador comunitário”.

O comunicado do Ministério da Saúde refere ainda que no continente africano há registo de 828.214 casos da COVID-19, dos quais 18.206 registados nas últimas 24h.

A mesma doença já matou 17.509 pessoas, dos quais 421 nas últimas 24h. “Actualmente, existem em África, 484.038 pessoas recuperadas da COVID-19”.

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