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Moçambique reforça medidas de prevenção da cólera nas fronteiras com Malawi

Na sequência do surto da cólera que assola o vizinho Malawi desde o mês de Novembro de 2017 e com registo de mais de 300 casos e quatro óbitos, as autoridades de saúde na província da Zambézia, estão em vigilância máxima em termos de controlo da chamada doenças das mãos sujas.  

Para evitar que a doença entre no território nacional através da Zambézia, o sector de saúde instalou seis postos de desinfecção da doença e lavagem das mãos com cloro. O processo decorre em três distritos que fazem fronteiras com aquele país nomeadamente, Milange, Morrumbala e Molumbo.

Nestes postos transfronteiriços, foram instaladas brigadas que estão a desinfectar não só pessoas mas também os meios circulantes tal é o caso de bicicletas, motorizadas e viaturas. Nos últimos três dias, foram desinfectadas mais de cinco mil pessoas, 209 viaturas, 80 motorizadas e mais 100 bicicletas apenas no posto de fronteira de Melosa, distrito de Milange.  

Leonardo Maresse, director distrital da Saúde, Mulher e Acção Social do distrito de Milange, fez saber que aquela região da Zambézia está há sensivelmente seis anos sem registar casos da cólera. Os últimos casos foram registados em 2010. "E porque Malawi está a registar casos da cólera e tendo em contas que o posto fronteiriço de Melosa é o que mais regista entrada de pessoas e bens de Malawi para Moçambique, desde o dia 2 de Janeiro estamos a fazer o trabalho de desinfecção com rigor ".

Informações facultadas pelo sector da saúde em Malawi indicam que a cólera está presente em algumas regiões com destaque para Lilongue e Caronga.

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