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MISAU e profissionais de saúde adoptam estratégia de trabalho contra COVID-19  

O Ministério da Saúde (MISAU) e cinco organizações que advogam pelos interesses dos profissionais de saúde acordaram intensificar a comunicação, protecção, vacinação e assistência à classe por conta do agravamento de casos da pandemia do novo Coronavírus, sobretudo na cidade de Maputo.

No que diz respeito à comunicação e colaboração entre as partes, o entendimento foi no sentido de haver encontros semanais.

Em relação à protecção e assistência aos profissionais de saúde, haverá disponibilização de equipamento de protecção individual. Sobre este aspecto, o MISAU garantiu que existem meios para suprir as necessidades do país no que toca à COVID-19.

Segundo um comunicado rubricado pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, e os representantes da Associação Nacional dos Enfermeiros de Moçambique, Associação Médica de Moçambique, Associação Moçambicana dos Técnicos de Laboratório de Análises Clínicas, Ordem dos Enfermeiros de Moçambique e da Ordem dos Médicos de Moçambique, as partes reuniram entre 24 e 25 de Janeiro em curso.

Relativamente à vacinação dos profissionais de saúde, estes terão prioridade assim que as vacinas contra a COVID-19 chegarem ao país. Armindo Tiago prevê que o primeiro lote para imunização esteja disponível em Moçambique entre Fevereiro e Março.

Equaciona-se também a “contratação de recursos humanos” para responder à pressão criada pelo novo Coronavírus.

“Para além da contratação de mais profissionais de saúde”, o MISAU “irá realocar os recursos humanos existentes de modo a garantir a continuidade dos serviços essenciais nas unidades sanitárias”, explica a nota a que “O País” teve acesso.

Num outro desenvolvimento, as partes dizem que haverá teletrabalho, onde for aplicável.

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