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Messi bate concorrência e conquista pela 7ª vez a Bola de Ouro e amplia recorde

Lionel Messi ganhou mais uma vez a “Bola de Ouro” da revista France Football nesta segunda-feira, pela temporada 2020/21 do futebol europeu, chegando à sua 7ª conquista na carreira.

Actualmente jogador do PSG, o argentino facturou a honraria pelo grande ano que realizou pelo Barcelona em 2020/21, anotando 38 golos e fazendo 12 assistências em 48 partidas, além de ganhar a Copa América.

Pela selecção da Argentina, o astro ganhou a Copa América de 2021, finalmente conquistando um título com sua equipa nacional após anos de luta.

O avançado terminou a eleição do tradicional prémio francês à frente de Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, e Jorginho, do Chelsea.

O brasileiro Neymar, por sua vez, não ficou nem no top 15 da publicação.

Com mais este prémio, Messi conquista o Ballon d’Or pela 7ª vez na sua carreira, um recorde mundial absoluto.

Lionel Messi foi o campeão em 2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019 e 2021.

Além disso, o génio foi 2º colocado em 2008, 2013, 2014, 2016 e 2017 e levou o 3º lugar em 2007.

A nova “Bola de Ouro” em sua colecção também para ele ampliar a sua vantagem pessoal em relação ao seu maior rival: Cristiano Ronaldo.

Antes, os craques de PSG e Manchester United estavam separados por apenas uma taça, já que CR7 ganhou cinco vezes.

Agora, porém, Messi de dois Ballon d’Or de vantagem, que foi campeão pela última vez em 2017.

Ronaldo, aliás, não ficou nem no top 5 na actual edição do prémio, acabando apenas em 6º lugar.

 

MESSI PEDE BOLA DE OURO PARA LEWANDOWSKI NO DISCURSO DE VITÓRIA

Durante o seu discurso, após receber a Bola de Ouro, o argentino destacou o ano de 2019 do polaco Lewandowski e fez um pedido para que lhe seja entregue o troféu, prémio esse que não foi atribuído devido à pandemia em 2020.

“É uma noite bastante especial para mim. É uma honra lutar lado a lado com Lewandowski, que foi o vencedor da Bola de Ouro do ano passado. A France Football também te deveria dar o troféu. Foste um justo vencedor e devias de ter este troféu em casa”, disse Messi.

O argentino estava, naturalmente, muito feliz: “a verdade é que é incrível regressar aqui. Pareciam os meus últimos anos, mas estou cá novamente. Perguntavam-me quando me ia retirar, mas agora estou em Paris e estou muito feliz”, esclareceu.

“Tenho muita vontade de continuar a jogar. Não sei quanto tempo me resta, mas espero que seja muito porque amo esta modalidade. Queria aproveitar para agradecer a todos os meus companheiros do Barcelona, do Paris Saint-Germain e da Argentina”, continuou o avançado.

O argentino acrescentou ainda que “faltava-me algo e este ano aconteceu tudo ao contrário. Pude conseguir o sonho que tanto desejava e este troféu é pelo que fizemos na Copa América”.

E concluiu a dizer que “ser o Suárez a entregar-me este prémio torna-o ainda mais especial”, referindo-se à amizade entre os dois.

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