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Matola precisa de mais 227 salas para acabar com aulas ao relento

Foto: O País

Centenas de alunos ainda estudam ao relento e sentados no chão, no Município da Matola, província de Maputo. O problema não é novo e é do conhecimento das autoridades, que dizem serem necessárias 227 salas de aula e mais de 10 mil carteiras para o fim do sofrimento dos petizes.

A Escola Primária Completa 4 de Outubro de Intaka, na Matola, é dos estabelecimentos de ensino onde centenas de crianças estudam em condições, diga-se boas, na província de Maputo, mas essa realidade não abrange a todas escolas daquele município.

Para melhorar ainda mais as condições de ensino e aprendizagem, a edilidade da Matola entregou, ontem, 200 carteiras escolares num total de 500 destinadas a quatro escolas. “Este processo iniciou no mandato passado e, na altura, não tínhamos esta situação da COVID-19, fizemos entrega de carteiras na Escola Primária Completa da Matola J, Machava Trevo, Nwamatidjana e outras escolas. Vamos continuar”, disse o Edil do Município da Matola, Calisto Cossa.

Calisto Cossa esteve a frente das cerimónias que culimaram com a entrega das carteiras tendo, na ocasião, chamado à atenção para junção de sinergias de modo a resolver parte dos problemas que as escolas enfrentam.

A comunidade escolar representada pelos alunos e o Conselho de Escola comprometeram-se a cuidar do equipamento, mas destacaram, também, as necessidades que persistem. “Prometemos cuidar da melhor forma a nossa instituição de ensino para que possa servir aos outros irmãos em melhores condições”, palavras ditas por Warshila Mabunda, aluna da terceira classe, em representação dos seus colegas.

E o Conselho de Escola apontou dificuldades relacionados com a falta de muro de vedação do recinto da escola, a falta de vários equipamentos incluindo exiguidade de dinheiro para pagar funcionários contratados.

E porque o contexto é da pandemia da COVID-19, o edil da Matola, Calisto Cossa, ofereceu também a aquela escola material de prevenção do novo Coronavírus.

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