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Mais guerrilheiros da Renamo no processo do DDR em Inhambane

Cerca de 170 guerrilheiros da Renamo e duas viúvas aderiram ao processo do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), na manhã desta segunda-feira (30), na província de Inhambane.

Trata-se de guerrilheiros da base de Ribye, no limite entre os distritos de Funhalouro e Mabote. No primeiro dia foram atendidos 40 guerrilheiros dos 96 instalados no centro de acomodação de Pambara, em Vilankulo.

Na ocasião, Ludmila Maguni, secretária de Estado na província de Inhambane, disse aos combatentes que passam para à vida civil que o Governo está disponível para tudo fazer com vista à reintegração nas comunidades.

A dirigente pediu para que os desmobilizados sejam exemplo na convivência com as suas famílias e influenciem no sentido de aqueles que ainda não aderiram ao processo DDR abandonem as matas e juntem-se à família moçambicana e aos esforços que o país faz de modo a edificar um país cada vez melhor.

Ludmila Maguni apelou à população de Inhambane para que “acolha os desmilitarizados de forma aberta e com coração generoso e tratar-lhes de forma amistosa de modo a garantir a sua reintegração”, segundo a informação a que “O País” tece acesso.

Por seu turno, Paulo Chacine, da Comissão dos Assuntos Militares do Governo, disse que o Executivo continua determinado para que a paz e tranquilidade existam. Neste contexto, “os desmobilizados devem olhar para frente com confiança e esperança, porque toda sociedade os espera”.

O representante da Comissão dos Assuntos Militares da Renamo, André Magibire, apelou aos guerrilheiros ainda nas matas a juntarem-se ao processo do DDR “e trilhar o caminho da paz recebendo novas missões sem armas, mas com enxadas e projectos” socioeconómicos.

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