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Mais de 70 países chamam-se à responsabilidade de proteger os mares

 A Conferência Internacional Oceans Meeting 2018 juntou em lisboa representantes de 72 países e oito organizações ligadas aos portos e navegação, para discutir a importância da economia azul global, que abrange todas as atividades que fazem uso dos recursos oceânicos, da pesca, à economia circular, ao transporte, à energia renovável e à biotecnologia – pois espera-se que cresça duas vezes mais.

Segundo a Euronews, as delegações ministeriais, organizações internacionais e a Comissão Europeia comprometeram-se a começar a praticar a chamada economia azul, reduzindo desperdício e deixando de poluir os mares. Inclui adoptar práticas como ir à procura de novos combustíveis, reduzir as emissões poluentes dos navios, cujo combustível contêm enxofre, reduzir o lixo marinho e ter portos virados para a ciência e defesa de oceanos.

Os compromissos da declaração assentam em três eixos principais: a economia circular azul, a "navegação verde" com redução das emissões poluentes e lixo marinho e os portos como centros de empresas inovadoras e organismos de investigação científica.

Dos portos, espera-se que dinamizem "comportamentos novos" nas indústrias assentes na navegação, disse Ana Paula Vitorino, a ministra do Mar de Portugal citada pela Euronews.

 

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