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Mais de 25 mil candidatos disputam 5.890 vagas na UEM

Foto: O País

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) realiza, de 31 de Janeiro a 4 de Fevereiro, exames de admissão referentes ao ano lectivo de 2022. Cerca de 25 mil candidatos concorrem a 5.890 vagas, das quais 1.380 são para os cursos leccionados no regime à distância.

Do universo dos candidatos aos cursos de graduação inscritos, apenas cinco mil serão admitidos, ficando de fora pouco mais de 20 mil candidatos.

Em entrevista a jornalistas, nesta quinta-feira, a chefe do Departamento de Admissão na UEM, Isabel Guiamba, revelou que a sua instituição está a preparar-se de várias formas, para garantir que o processo seja claro, calmo e livre das tentativas de fraude.

Guiamba avançou que, comparativamente ao ano passado, 2022 tem mais candidatos, tendo passando de 21.020, em 2021, para 25.429, este ano.

“25.429 candidatos concorrem a 5.890 vagas, das quais 2.950 são para os cursos leccionados no regime laboral, 1.560 para os cursos do pós-laboral e 1380 para os cursos do Ensino à Distancia”, disse.

Para reduzir a mobilidade de pessoas e aglomerados nas paragens, devido à COVID-19, em alguns cursos, os estudantes realizarão dois exames, durante três horas ininterruptas.

“Devido à pandemia da COVID-19 e à necessidade de redução da mobilidade e aglomerações e, tendo em conta a experiência positiva dos exames de admissão do ano passado, a UEM vai, para o ano lectivo 2022, realizar também exames no modelo integrado e no modelo não integrado”, revelou.

A gestora explica que o modelo integrado consiste na realização de provas de duas disciplinas diferentes num único momento, ou seja, o examinando terá três horas ininterruptas para realizar as duas provas.

“Para os cursos com carácter específico, como música, teatro e ensino de língua e cultura e literatura chinesa, os exames serão não integrados, ou seja, os candidatos realizarão exames de uma disciplina de cada vez, de uma hora e trinta minutos”, explicou Isabel Guiamba.

Os exames de admissão terão lugar em todas as províncias do país, incluindo as zonas afectadas pelos conflitos armados e eventos ciclónicos, mas a UEM não apresenta um plano para responder a eventos desta natureza.

“A realização dos exames é bastante longa e custosa, por isso não temos como responder a situações de ausência. Os exames são de época única”, justificou.

Este ano, a Medicina, Contabilidade e Finanças, Direito, Biologia e Saúde e Engenharia Informática estão na lista dos cursos mais concorridos na UEM.

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