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“Locomotiva” de Chiveve conta com três maquinistas estrangeiros

Fotos: Ferroviário da Beira

O Ferroviário da Beira pretende atacar a nova temporada futebolística com toda garra e foi buscar três jogadores estrangeiros para reforçarem o plantel. Wedson Nyirenda vai contar com dois congoleses e um ganês para as provas internas e africanas.

Depois da sangria provocada na estação de Chiveve, com saídas em massa de jogadores preponderantes e que fizeram a espinha dorsal dos últimos anos na colectividade “locomotiva”, nomeadamente de Maninho, Dayo, Mário Sinamunda, entre outros, a equipa técnica foi ao mercado buscar substitutos.

E o melhor mercado encontrado é o estrangeiro, onde o Ferroviário da Beira foi buscar três jogadores, com intenções claras de reforçar os três sectores-chave da equipa.

Da República Democrática do Congo vêm dois jogadores, nomeadamente um central e um avançado. Mayenge Pose Bionick, central, assinou contrato com os “locomotivas” de Chiveve por duas temporadas, com mais uma de opção, enquanto Wantete Bolukaka Change, avançado, tem contrato de quatro anos.

Do Gana chega Abass Aboafah, médio defensivo, que estará ligado ao vice-campeão nacional por duas épocas e mais uma de opção, segundo deu a conhecer o clube beirense na sua página das redes sociais.

Dos três visados, apenas Abass Aboafah tem alguma experiência de jogar fora do seu país, uma vez que já representou o Lumwana da Zâmbia em 2019 e 2020.

Segundo a fonte do clube verde-e-branco da capital de Sofala, estas contratações visam reforçar a equipa a atingir os seus objectivos, nomeadamente o ataque ao Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola 2022, onde pretende conquistar o título, quatro anos depois, bem como a Taça de Moçambique.

Mas também, o Ferroviário da Beira pretende voltar a fazer história na Taça CAF, também conhecida por Taça Nelson Mandela, a segunda maior competição do país. Os “locomotivas” de Chiveve já lograram a fase de grupos das competições africanas e pretendem voltar a estar no mesmo patamar.

Para além dos três jogadores estrangeiros, o Ferroviário da Beira assegurou a contratação de outros cinco jogadores internamente, para além de Wedson Nyirenda, que regressa ao comando técnico da equipa, para substituir Akil Marcelino, que levou a “locomotiva” de Chiveve ao segundo lugar do Moçambola-2021.

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