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Japão apela ao fim das armas nucleares

Assinala-se, esta segunda-feira o 73.º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima, Japão apelou para o fim das armas nucleares. Durante a cerimônia foram homenageadas  às vítimas do primeiro bombardeamento atómico mundial que matou 140 mil pessoas.

"Certos países proclamam descaradamente o nacionalismo e estão a modernizar os seus arsenais nucleares, reacendendo as tensões que haviam diminuído com o fim da Guerra Fria", lamentou o presidente da câmara, Kazumi Matsui.

No ano passado, o Japão preferiu não assinar um tratado de proibição de armas nucleares, adotado pela ONU, apontando a ingenuidade do texto e alinhando-se com as potências nucleares que invocavam a ameaça norte-coreana, escreve o Notícias ao Minuto.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, afirmou que existem diferenças entre os países sobre como proceder com a redução de armas nucleares, mas assumiu a vontade do seu país em trabalhar para servir de ponte entre os dois lados e liderar os esforços da comunidade internacional para a desnuclearização.

 

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