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Já são conhecidos finalistas moçambicanos do L’Atelier

O L’Atelier, uma das mais prestigiadas competições artísticas de África e entrou este ano na sua 32.ª edição. Esta competição anual tem como principal objectivo estimular jovens talentos nas artes visuais, servindo como uma plataforma para que os jovens artistas emergentes se afirmem na arena da arte africana e mundial. Ao longo dos anos, esta competição tem sido um instrumento fundamental no lançamento de muitas carreiras no campo das artes visuais. Este ano, a estratégia passou por abranger ainda mais países no continente africano. 
Nesse âmbito, nesta edição, o L’Atelier abriu as suas portas aos jovens artistas de países como o Gana, Quénia, a Zâmbia, Uganda, as Maurícias, as Seychelles, a Tanzânia, o Botswana, a África do Sul e Moçambique onde, pela primeira vez, esta competição procura distinguir, também, artistas a residir em Moçambique, contando com o apoio do Barclays Moçambique e da Fundação Fernando Leite Couto.
O concurso teve início a 20 de Fevereiro de 2017 e decorreu até 24 de Abril de 2017. As inscrições para esta competição, foram realizadas online, através do portal da instituição. Em Moçambique, dos 8 artistas que se apresentaram a concurso com um total de 19 obras, foram seleccionadas 5 obras, dos quais 3 artistas foram eleitos para a final, tendo a avaliação sido efectuada por um júri composto por profissionais experientes nesta área, garantindo assim uma avaliação isenta dos trabalhos a concurso. Moçambique será então representada pelas obras de Mauro Vombe, Titos Pelembe e Luís Santos.
De acordo com Luís Santos, artista plástico ” é uma oportunidade espectacular participar num concurso com tanto prestígio, visibilidade e consideração para com os seus participantes. Dá-nos uma perspectiva muito boa do que é o mundo da arte, para além das nossas fronteiras”.
A noite de premiação irá realizar-se no próximo dia 13 de Setembro de 2017, em Joanesburgo, África do Sul, na Galeria ABSA. Todos os trabalhos serão devolvidos às suas origens, em Novembro de 2017, e, no caso de Moçambique, haverá uma exposição das obras no final de 2017, na Fundação FLC.
Refira-se que esta competição tem sido extremamente bem-sucedida ao longo dos anos, com grande destaque no calendário artístico e cultural. A competição tem sido fundamental na projecção das carreiras de jovens artistas que passaram a ser procurados nacional e internacionalmente. O foco da organização não é apenas anunciar o vencedor e enviá-los de volta, há todo um trabalho durante e depois do concurso, monitorando as carreiras dos artistas e dando-lhes assistência e orientação sempre que possível, para uma melhor inclusão no mundo global das artes.
 

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